Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.403.600

Economia R$ 1.962.750,58

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 191.530      HFP: 1.375.317

Economia R$ 869.137,00

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 307.923      HFP: 2.567.451

Economia R$ 1.474.619,95

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 74.790      HFP: 1.020.096

Economia R$ 586.185,87

Setor de energia eólica quer produzir 30GW em 2025

Que seria suficiente para abastecer o consumo de 48 milhões de residências.

De olho na competitividade do setor de energia eólica no Brasil, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) criou um Grupo de Trabalho para formular propostas e contribuir com a definição dos temas estratégicos para o setor e para a indústria no médio e longo prazos. A perspectiva do GT é atingir 30GW em 2025, considerando 25,1GW previstos no Plano Decenal de Expansão de Energia e 5GW que poderão ser exportados pela indústria brasileira.

Composto por especialistas da ABDI, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o Grupo formatou o documento após discussões em reuniões realizadas no ano passado.

De acordo com o presidente da ABDI, Guto Ferreira, o sucesso da energia eólica é confirmado pela contratação de mais de 14GW no ambiente regulado entre 2009 e 2015, uma taxa de crescimento não observada em outras experiências no mundo.

Alguns fatores explicam a vantagem da produção brasileira de energia eólica, como ventos mais favoráveis, especialmente no nordeste brasileiro, complementação com a geração hidrelétrica e a possibilidade de “estocagem indireta” de energia por meio dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Fonte: Gueratto Press

Fonte: O Debate – Portal de Noticias