Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 162.615      HFP: 1.167.688

Economia R$ 859.818,05

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 270.067      HFP: 2.251.811

Economia R$ 1.501.123,48

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 64.831      HFP: 884.268

Economia R$ 439.309,46

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.197.800

Economia R$ 1.527.620,81

Pesquisadores criam hidroeletricidade sem barragens

Gerador feito de borracha ocupa espaço mínimo.

As hidrelétricas, consideradas fontes limpas de energia, recebem críticas pelo fato de suas barragens ocuparem vastas áreas. A fim de aproveitar essa energia sem o lado negativo, uma equipe de engenheiros alemães está desenvolvendo uma nova forma de hidroeletricidade que dispensa as barragens.

A técnica, chamada de tubo de Venturi, utiliza microgeradores elastoméricos, borrachas flexíveis que geram eletricidade diretamente a partir do movimento e dispensa turbinas. A tecnologia é feita por um filme que “bombeia” uma carga elétrica a cada deformação provocada pela água.

“Se nós aplicarmos um potencial de 4.000 volts, para cada deformação nós geramos 100 miliwatts de eletricidade por filme. Neste ponto, um alto volume de energia elétrica é gerado e carrega um dispositivo de armazenamento temporário em um circuito integrado. É daqui que nós sifonamos a energia. Esse ciclo de deformação e relaxamento é repetido a cada segundo,” explicou o professor Bernhard Brunner, do Instituto
Fraunhofer ISC (Instituto para Pesquisas de Silicatos), na Alemanha.

O professor também explica que o sistema pode ser ajustado conforme o fluxo de água, o que permite que seja usado em água de qualquer profundidade. A equipe está desenvolvendo dois tipos de gerador elastomérico: um que flutua e um que deverá ficar fixado no leito no rio.

O objetivo principal é desenvolver geradores miniaturizados, com potência de cerca de 100 watts cada, que possam ser utilizados diretamente pela população, sem depender de grandes projetos de infraestrutura.

Fonte: O Debate