Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 270.288      HFP: 2.253.651

Economia R$ 1.502.350,39

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 64.890      HFP: 885.060

Economia R$ 439.702,93

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.199.000

Economia R$ 1.528.454,89

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 162.783      HFP: 1.168.899

Economia R$ 860.709,52

O que é o “Zero Net Energy”?

A disparada das tarifas de energia elétrica tem levado as empresas a procurarem equipamentos mais eficientes.

As lâmpadas LED vem tomando cada dia mais o lugar das antigas lâmpadas incandescentes, halógenas e até mesmo das fluorescentes compactas. E isso não acontece apenas no Brasil. Em todo o globo vem acontecendo uma corrida para as novas tecnologias com foco na redução do consumo e na auto produção de energia.

Dentre as boas iniciativas que estão acontecendo mundo afora gostaria de destacar uma norma publicada pelo estado da Califórnia, nos EUA, conhecida com “Title 24” (ou Título 24).

Além de recomendar o uso de luminárias de LED, ao invés de luminárias convencionais com lâmpadas de LED, essa Norma estabeleceu que até 2020 todas as novas construções residenciais na Califórnia deverão produzir a mesma quantidade de energia que elas consumirem: isso ficou conhecido como “Zero Net Energy”.

E como isso vai acontecer?

O primeiro passo é trabalhar pelo lado da redução da demanda, através da obrigação do uso de equipamentos cada vez mais eficientes.

O segundo passo é que desde já, todas as novas residências deverão estar aptas a receber algum tipo de sistema de produção de energia limpa, como por exemplo, os painéis fotovoltaicos. E com isso a residência poderá vender energia para a rede quando houver uma disponibilidade e consumir da rede apenas quando for necessário. Veja infográfico ao lado.

Ou seja, a quantidade de energia provida pelas fontes renováveis existentes na residência deverá ser igual ou superior à quantidade de energia que essa edificação consumir!

Como o custo de instalação de painéis fotovoltaicos ainda não é economicamente viável, atualmente as novas residências devem apenas prever um local para instalação desses painéis e do respectivo controle (“renewable energy ready”).

Mas quando o custo dos painéis baratear, lá por volta de 2020, essas mesmas casas já estão prontinhas para receber os painéis, gerar sua própria energia e zerar a “conta de luz”.

Muito bacana, não é mesmo?

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* João Gabriel Almeida é engenheiro e diretor da Ceilux

Fonte: O Debate – Portal de Noticias