Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.197.800

Economia R$ 1.527.620,81

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 162.615      HFP: 1.167.688

Economia R$ 859.818,05

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 64.831      HFP: 884.268

Economia R$ 439.309,46

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 270.067      HFP: 2.251.811

Economia R$ 1.501.123,48

Má instalação do ar-condicionado pode gerar sobrecarga na rede

Este equipamento é considerado o maior vilão de consumo de energia do País.

Com o registro de altas temperaturas na primavera deste ano e a proximidade do verão, o ar-condicionado volta para o topo da lista de consumo de energia. Tanto que Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou uma proposta para exigir uma maior eficiência energética dos aparelhos vendidos no País. Além da escolha do melhor modelo e potência, cuidados com a instalação devem ser observados para evitar problemas elétricos ou até mesmo incêndios.

Sempre que o assunto é sobrecarga de energia, o engenheiro civil Flávio Figueiredo, especialista em avaliações e perícias, define basicamente três níveis de problemas: individual (casas e apartamentos), condomínios (que podem ser de casas ou prédios) e coletivo (cidade, estado e até todo o país). “Quando o problema é individual coloca-se em risco a integridade física de um imóvel em questão. Dependendo do nível, essa sobrecarga afeta todos os imóveis de um segmento específico, como o condomínio, e quando a escala é em proporções maiores chega a prejudicar uma cidade inteira dependendo do caso”, alerta Figueiredo.

O que a grande maioria da população desconhece é que a má instalação desses aparelhos, sem levar em consideração a relação potência elétrica do imóvel e potência elétrica exigida pelo equipamento pode gerar sobrecarga na rede. O superaquecimento acontece por diversas razões. Muitas vezes, o imóvel não foi projetado para comportar cargas compatíveis à necessidade desse perfil de aparelho. Outro motivo observado é a demanda de utilização concentrada em horários de pico. Em um prédio comercial, por exemplo, todas as salas possuem seus aparelhos ligados durante o dia. Já nas residências concentram-se no horário noturno.

O engenheiro reforça que os gestores condominiais devem ter uma atenção maior quanto às unidades que instalam os condicionadores de ar para acompanhar a capacidade de energia do condomínio. “Reuniões e assembleias podem ser convocadas com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a gravidade do assunto e a importância de atitudes preventivas. Outro ponto importante é a realização de inspeção predial e manutenção feita por profissionais habilitados para acompanhar a saúde do condomínio garante o bom funcionamento do sistema de energia”.

Fonte: Figueiredo & Associados e O Debate