Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 162.446      HFP: 1.166.477

Economia R$ 858.926,59

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.196.600

Economia R$ 1.526.786,73

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 269.847      HFP: 2.249.971

Economia R$ 1.499.896,57

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 64.773      HFP: 883.476

Economia R$ 438.915,99

Hospital implanta usina de energia solar

Investimento de R$ 1,2 milhão irá reduzir em 25% o valor das contas de luz.

O Hospital Ana Nery anunciou nesta semana a implantação de uma usina de geração de energia solar. O sistema é o maior em estrutura hospitalar do Brasil, além de ser uma das maiores microusinas fotovoltaicas do Rio Grande do Sul.

A usina terá 1.149 módulos de 330 Wp instalados em uma estrutura de 2,3 mil metros, com capacidade de produzir 372,45 kWp de energia. Em alguns telhados do hospital, será montada uma estrutura para aproveitar melhor o sol e não haver perdas por sombreamento.

O investimento de R$ 1,2 milhão tem financiamento da Cooperativa de Crédito Sicredi Vale do Rio Pardo e foi projetado pela Solled Energia. O objetivo da usina é reduzir em 25% a conta de energia elétrica do hospital, que gira em torno de R$ 100 mil mensais.

Segundo o diretor executivo do Ana Nery, Gilberto Gobbi, o hospital não terá impactos nas finanças, pois o financiamento será pago com o dinheiro economizado na conta de luz. Ele também destacou que a instituição busca a autossustentabilidade e pela conservação do meio ambiente.

A implantação do sistema vai melhorar a estrutura dos telhados da instituição com a cobertura adicional proporcionada pelos painéis solares, que captam a energia do sol para transformá-la em elétrica. “Isso vai favorecer a redução térmica dentro do hospital e, com isso, reduzir o uso dos equipamentos de ar-condicionado”, salientou Gobbi.

Fonte: O Debate