Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 322.160      HFP: 2.686.161

Economia R$ 1.542.801,31

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.481.000

Economia R$ 2.025.954,48

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 78.535      HFP: 1.071.180

Economia R$ 615.540,67

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 202.404      HFP: 1.453.405

Economia R$ 918.485,01

Definido reajuste anual das tarifas da Cemig

Na composição da tarifa o governo fica com a maior parcela.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu, nesta terça-feira (24/5), o índice médio de 3,78% para o reajuste das tarifas de energia elétrica da Cemig Distribuição, que passa a vigorar a partir do próximo sábado (28/5), valendo até maio do ano que vem.

O aumento para o consumidor residencial comum é de 4,21%. Para os consumidores atendidos em alta tensão, o aumento médio a ser percebido será de 2,06%. Para os consumidores atendidos em média e baixa tensão o reajuste será de 4,63%.
Composição da fatura

A tarifa visa assegurar às distribuidoras receita suficiente para cobrir custos operacionais e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento com qualidade da população. Os custos e investimentos repassados às tarifas são calculados pela Aneel.

Quando a conta chega ao consumidor, ele paga pela compra da energia (custos do gerador), pela transmissão (custos da transmissora) e pela distribuição (serviços prestados pela distribuidora), além de encargos setoriais e tributos.

Do valor cobrado na fatura, apenas 21,4% ficam na Cemig Distribuição e se destinam a remunerar o investimento, cobrir a depreciação e o custeio da Concessionária. Os demais 78,6% são repassados para cobrir a compra da energia (28,7%), encargos setoriais (18,3%) e encargos de transmissão (2,9%), ICMS (22,1%) e Pasep/Cofins (6,5%), que são custos repassados aos governos estadual, federal e outros agentes do setor elétrico.

Fonte: O Debate – Portal de Noticias