Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.196.600

Economia R$ 1.526.786,73

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 269.847      HFP: 2.249.971

Economia R$ 1.499.896,57

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 162.446      HFP: 1.166.477

Economia R$ 858.926,59

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 64.773      HFP: 883.476

Economia R$ 438.915,99

Datacenters do Google são abastecidos por energia não poluente

Meta ambiental será alcançada até final deste ano.

Todos os dias, milhares de pessoas em todo o mundo realizam trilhares de pesquisas no Google, reproduzem mais de 400 horas de vídeos no Youtube por minuto e armazenam milhares de arquivos na nuvem. Para alimentar os datacenters do gigante da internet, é necessária muita energia elétrica.

Desde 2010 o Google investe em fontes de energia renovável como usinas solares e eólicas. Agora, a empresa está prestes a atingir sua principal meta ambiental: abastecer 100% de seus datacenters e escritórios em todo o mundo com fontes não poluentes até o final de 2017.

Foi investido quase US$ 2,5 bilhões (cerca de 7,5 bilhões de reais) em energia eólica e solar nos últimos anos, que somam um total de 3,7 gigawatts. O primeiro passo foi um contrato de compra de energia de um parque eólico de 114 megawatts em Iowa, nos Estados Unidos, em 2010.

Atualmente, a empresa investe em mais 20 megaprojetos de fontes renováveis. Urs Holzle, vice-presidente sênior da infraestrutura do Google comentou em um post no site da empresa: “Nos últimos seis anos, os custos da energia do vento e solar caíram 60 por cento e 80 por cento, respectivamente, provando que as fontes renováveis estão se tornando cada vez mais a opção de menor custo”, diz o executivo.

Fonte: O Debate