Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 307.923      HFP: 2.567.451

Economia R$ 1.474.619,95

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 191.530      HFP: 1.375.317

Economia R$ 869.137,00

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 74.790      HFP: 1.020.096

Economia R$ 586.185,87

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.403.600

Economia R$ 1.962.750,58

Brasil registra 3.565 conexões de geração distribuída até maio

Capacidade instalada em GD no país totaliza 29,7 MW.

Apenas de janeiro a maio de 2016, foram feitas 1781 novas conexões, valor 6,5 superior ao mesmo período de 2015, quando foram feitas 272 conexões. Com as novas instalações, o país já gera de forma distribuída 29,7 megawatts (MW), computa a Aneel.

Entre as energias renováveis mais utilizadas, a solar fotovoltaica é fonte que mais se destaca, com 3.494 conexões, seguida pela energia eólica, com 37 conexões. Em termos de capacidade total instalada, a energia gerada pelo sol também saí na frente com 24,1 MW (mais de 80% do total), seguida pela energia hidráulica, com 2,5 MW. Em terceiro, o biogás soma 1,6 MW instalados.

A grande maioria das conexões de geração distribuída está nas residências. Segundo a Aneel, 79% das conexões de geração distribuída atendem essa classe de consumo. Os comércios são responsáveis por 14% das conexões de GD no país.

Por estado, Minas Gerais reúne o maior número de geradores distribuídos (859); seguido por São Paulo (479); Rio de Janeiro (381); e Rio Grande do Sul (369).

A empresa Eficiência Máxima, de Belo Horizonte (MG), fez o primeiro projeto em Minas Gerais que começou a gerar em 2010 porém, somente em 2015, a residência beneficiada começou a receber os crédito s energia.
 

Fonte: O Debate – Portal de Noticias