Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 131.930      HFP: 947.347

Economia R$ 697.571,41

Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 229.894      HFP: 1.916.846

Economia R$ 1.277.825,99

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 54.263      HFP: 740.124

Economia R$ 367.697,89

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 1.979.400

Economia R$ 1.375.817,93

Empresa brasileira inaugura fábrica de células solares

CSEM Brasil, BNDESPAR, FIR Capital, Tradener e CMU Energia anunciam sociedade para produzir filmes solares.

A SUNEW, empresa criada para produzir e comercializar a tecnologia, já nasce como uma das líderes globais no segmento, com capacidade de produção acima dos 300 mil m² anuais, equivalentes a dezenas de MW/ano.

“O que estamos fazendo aqui é um marco na indústria fotovoltaica não só porque o Brasil representa o último grande mercado mundial que inicia agora seu crescimento, como também pelo fato de estarmos fazendo isso liderando a jornada com a próxima geração de painéis” – afirma Tiago Alves, CEO do CSEM Brasil e sócio da FIR Capital.

A partir de uma estrutura tecnológica única, a SUNEW controla um método diferenciado de impressão de painéis fotovoltaicos usando materiais orgânicos, tendo instalado em Belo Horizonte capacidade produtiva existente em escala apenas na Europa e no Japão. Com investimentos próximos a R$100 milhões, a fábrica já trabalha com projetos iniciais customizados para segmentos diversos, atendendo parceiros como Fiat e Votorantim.

Energia Limpa e Acessível

Dentre todas as fontes renováveis de energia, a fonte Solar é a maior por ampla margem e já é a que mais cresce mundialmente, sobretudo na modalidade de geração distribuída. Com quase o dobro da irradiação média anual de países como Alemanha e Espanha, nações europeias que mais exploram a fonte, o Brasil tem grande potencial de participação em um mercado que deve crescer, em média, 10,5% nos próximos cinco anos.

Ao contrário das células tradicionais, os dispositivos orgânicos, feitos com polímeros e plásticos, representam um décimo da pegada de carbono do ponto de vista de sua produção, além de serem leves, transparentes, de fácil transporte e instalação. Eles permitem a utilização mais limpa e ampla da energia solar para geração de eletricidade, podendo ser aplicados no revestimento de estruturas, janelas, dispositivos eletrônicos como celulares, mouses e teclados sem fio, e até mesmo em veículos ou em casas em localidades remotas ainda sem eletricidade.

Fonte: O Debate – Portal de Noticias