Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 229.894      HFP: 1.916.846

Economia R$ 1.277.825,99

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 54.263      HFP: 740.124

Economia R$ 367.697,89

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 1.979.400

Economia R$ 1.375.817,93

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 131.930      HFP: 947.347

Economia R$ 697.571,41

Brinquedos geram a própria energia

Além de serem feitos de tecnologia inteligente, os brinquedos não possuem bateria.

O trabalho é do coreano Arunkumar Chandrasekhar e está sendo desenvolvido por sua equipe da Universidade Nacional Jeju, na Coreia do Sul. A tecnologia utilizada é uma adaptação dos nanogeradores, que foram desenvolvidos inicialmente para internet das coisas.

Assim, os brinquedos seriam capazes de gerar sua própria energia a partir dos movimentos que a criança executa. No entanto, para gerar a energia necessária para um brinquedo – muito mais do que a energia capaz de alimentar um sensor, por exemplo – os materiais usados na maioria dos geradores triboelétricos feitos até agora resultariam em um dispositivo grande demais, além de serem rígidos.

A solução foi tirada de um plástico reciclado, incorporando aos brinquedos o material piezoelétrico que gera a energia. O protótipo ficou leve e flexível e pode ser fabricado por um processo muito simples, potencialmente mais barato quando chegar à escala industrial.

A inovação também traz maior durabilidade aos brinquedos, que geralmente são descartados pelas crianças assim que as baterias acabam – levando seus pais a descartá-los como lixo.

Fonte: O Debate