Casos de Sucesso: Iluminação

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 54      HFP: 80

Redução de Energia (kWh)

HP: 250.532      HFP: 2.088.930

Economia R$ 1.392.542,01

Casos de Sucesso: Iluminação

AeC Contact Center

Redução de Demanda (kW)

HP: 13      HFP: 13

Redução de Energia (kWh)

HP: 59.693      HFP: 814.176

Economia R$ 404.487,35

Casos de Sucesso: Ar Condicionado

Hospital Felício Rocho

Redução de Demanda (kW)

HP: 52      HFP: 59

Redução de Energia (kWh)

HP: 147.694      HFP: 1.060.544

Economia R$ 780.923,39

Casos de Sucesso: Iluminação

Shopping Oiapoque

Redução de Demanda (kW)

HP: 0      HFP: 0

Redução de Energia (kWh)

HP: 0      HFP: 2.091.600

Economia R$ 1.453.804,57

Brinquedos geram a própria energia

Além de serem feitos de tecnologia inteligente, os brinquedos não possuem bateria.

O trabalho é do coreano Arunkumar Chandrasekhar e está sendo desenvolvido por sua equipe da Universidade Nacional Jeju, na Coreia do Sul. A tecnologia utilizada é uma adaptação dos nanogeradores, que foram desenvolvidos inicialmente para internet das coisas.

Assim, os brinquedos seriam capazes de gerar sua própria energia a partir dos movimentos que a criança executa. No entanto, para gerar a energia necessária para um brinquedo – muito mais do que a energia capaz de alimentar um sensor, por exemplo – os materiais usados na maioria dos geradores triboelétricos feitos até agora resultariam em um dispositivo grande demais, além de serem rígidos.

A solução foi tirada de um plástico reciclado, incorporando aos brinquedos o material piezoelétrico que gera a energia. O protótipo ficou leve e flexível e pode ser fabricado por um processo muito simples, potencialmente mais barato quando chegar à escala industrial.

A inovação também traz maior durabilidade aos brinquedos, que geralmente são descartados pelas crianças assim que as baterias acabam – levando seus pais a descartá-los como lixo.

Fonte: O Debate